PC
Sou alma antes de ser um corpo.
Inconfundível é a beleza cujo se vê antiquada. Ela se estabelece na linha entre visível e invisível, pois como poeira solta pelo ar, a poesia se encontra em um olhar. Bela paz. Santa paz. É a lei: “o coração alegre aformoseia o rosto."

inverbos:

“— Você era mais forte. — Eu era “mais” tantas coisas. — Deixou de ser? — Cansei de ser.”

Camila Costa.

melodismo:

“A arte é consolar aqueles que são quebrados pela vida.”

Vincent Van Gogh

refetuada:

“Que seja lindo de uma beleza que me encha de tesão e que tenha um beijo que não desgaste com a rotina.”

Tati Bernardi. 

refetuada:

“Mas alguém continuou me dizendo que valia a pena sentir. Não importa o quanto doesse. Que nossas emoções são o que nos fazem humanos. Bons ou maus. E para nunca perder a esperança.”

The Vampire Diaries.

simplesmentetu:

“Tu me formaste para ti mesmo, e o nosso coração se inquieta até encontrar descanso em ti.”

Agostinho 

refetuada:

“Uma voz dentro de mim soluça: ‘Veja só, foi isso que você virou. Está rodeada por opiniões negativas, olhares desanimados e rostos zombeteiros, pessoas que não gostam de você, e tudo porque não escuta o conselho de sua metade melhor.’ Acredite, eu gostaria de escutar, mas não dá certo, porque se eu ficar quieta e séria, todo mundo acha que estou representando outro papel e tenho de me salvar com uma piada, e nem estou falando de minha própria família, que presume que devo estar doente, me enche de aspirina e sedativos, sente meu pescoço e minha testa para ver se estou com febre, pergunta sobre os movimentos intestinais e me critica por estar mal-humorada, até que eu não aguento mais, porque quando todo mundo começa a me chatear, fico irritada, e depois triste, a parte má do lado de fora e a boa do lado de dentro, e tento achar um modo de me transformar no que gostaria de ser e no que poderia ser se…se não houvesse mais ninguém no mundo.”

O Diário de Anne Frank.

refetuada:

“Uma voz dentro de mim soluça: ‘Veja só, foi isso que você virou. Está rodeada por opiniões negativas, olhares desanimados e rostos zombeteiros, pessoas que não gostam de você, e tudo porque não escuta o conselho de sua metade melhor.’ Acredite, eu gostaria de escutar, mas não dá certo, porque se eu ficar quieta e séria, todo mundo acha que estou representando outro papel e tenho de me salvar com uma piada, e nem estou falando de minha própria família, que presume que devo estar doente, me enche de aspirina e sedativos, sente meu pescoço e minha testa para ver se estou com febre, pergunta sobre os movimentos intestinais e me critica por estar mal-humorada, até que eu não aguento mais, porque quando todo mundo começa a me chatear, fico irritada, e depois triste, a parte má do lado de fora e a boa do lado de dentro, e tento achar um modo de me transformar no que gostaria de ser e no que poderia ser se…se não houvesse mais ninguém no mundo.”

O Diário de Anne Frank.

expurgar:

“Desejo a você: Cheiro de jardim. Namoro no portão. Domingo sem chuva. Segunda sem mau humor. Sábado com seu amor. Filme do Carlitos. Chope com amigos. Crônica de Rubem Braga. Viver sem inimigos. Filme antigo na TV. Ter uma pessoa especial - e que ela goste de você. Música de Tom com letra de Chico. Frango caipira em pensão do interior. Ouvir uma palavra amável. Ter uma surpresa agradável. Ver a Banda passar. Noite de lua cheia. Rever uma velha amizade. Ter fé em Deus. Não ter que ouvir a palavra não. Nem nunca, nem jamais e adeus. Rir como criança. Ouvir canto de passarinho. Sarar de resfriado. Escrever um poema de amor, que nunca será rasgado. Formar um par ideal. Tomar banho de cachoeira. Pegar um bronzeado legal. Aprender um nova canção. Esperar alguém na estação. […]Uma festa. Um violão. Uma seresta. Recordar um amor antigo. Ter um ombro sempre amigo. Bater palmas de alegria. Uma tarde amena. Calçar um velho chinelo. Sentar numa velha poltrona. Tocar violão para alguém. Ouvir a chuva no telhado. Vinho branco. Bolero de Ravel. E muito carinho meu.”

Carlos Drummond de Andrade.

inverbos:

“Eu sou detalhista. Sou aquela pessoa que repara no seu olhar e na pele quando sente um arrepio. Que te abraça no primeiro leve tremor de frio. Que sente o seu sorriso no canto da boca quando você quer rir mas lembra que estava chateada comigo e não podia demonstrar nada. Eu me incomodo quando eu digo “eu te amo” e você responde “eu também” ao invés de dizer “eu também te amo”. Eu me incomodo quando não recebo aquela sms de “boa noite” que você manda todo dia e começo a me perguntar no que eu errei. Eu percebo demais e me incomodo demais. O que passa despercebido pra você como um grão de areia, pra mim será um martelo que me machuca pesando como um erro imperdoável.”

Rafael Lemos. 

refetuada:

“É só te aconchegar de conchinha, contar até dez e pronto: você dormiu. E eu fico me sentindo o cara-todo-poderoso que está lá pra te proteger.”

Gabito Nunes.

refetuada:

“É fácil amar o outro na mesa de bar, quando o papo é leve, o riso é farto, e o chope é gelado. É fácil amar o outro nas férias de verão, no churrasco de domingo, nas festas agendadas no calendário do de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba. Quando não acredita em mais nada. E entende tudo errado. E paralisa. E se vitimiza. E perde o charme. O prazo. A identidade. A coerência. O rebolado.”

Ana Jácomo.